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sábado, 10 de fevereiro de 2018

de volta com um especial

olá, pessoal!


sei que muitos podem nem se lembrar mais do meu blog, mas gostaria de agradecer aos que sempre visitam e procuram alguma coisa por aqui.

ver que o site continua com visitas e movimentado mesmo com a minha ausência é bastante gratificante para este que vos escreve.

novamente, peço desculpas pela falta de atualizações. mas estou em reta final de curso na Universidade de São Paulo e os momentos de “tempo livre” são poucos e dedicados mais a ficar em casa escrevendo e lendo (e também namorando) do que para o blog. mas aos poucos, e aos trancos e barrancos, vou voltando e escrevendo.

muita coisa já passou, o Campeonato Brasileiro já vai pra 7a rodada e eu estou devendo um monte de coisa.



mas não pretendo atualizar e analisar jogo por jogo do Palmeiras até aqui. vou continuar daqui pra frente. mas a data de hoje não poderia passar em branco, não é?

e que dia é este, mesmo? para todo bom palmeirense/palestrino: faz exatos 10 anos que ganhamos o título da Copa Libertadores da América! e para tanto, deixo um link pra vocês do especial que a equipe do jornal Lance! montou para nós: http://www.lancenet.com.br/palmeiras1999/

quem puder conferir, aproveite! tem entrevistas, vídeos, wallpapers e muita coisa legal! e pra quem foi no último jogo (em que ganhamos do Cruzeiro por 3 x 1 de virada, no Palestra Itália) pode conferir uma homenagem muito especial aos nossos jogadores, assim como ontem ocorreu uma entrevista-homenagem também muito legal para Felipão, nosso eterno técnico daquele título de 1999.

um grande abraço pra todos, continuem a visitar este humilde blog e fiquem com uma imagem especial!

e na copa das confederações

eu sempre assumi que disse e não tenho medo de dizer que não gosto do trabalho de Dunga como técnico da Seleção Brasileira. 

 mas o time jogou muito bem hoje, contra os EUA, mesmo com 4 jogadores poupados. a filosofia de que o time não possui 11, mas 23 jogadores me agrada. 

e mostra que o Brasil tem, sim, força. só falta resolver essa maldita lateral-esquerda…

agora o que surpreendeu foi a bela vitória do Egito contra a Itália. que partida do goleiro “dos faraós”! e que toque de bola envolvente e consciente tem esse time africano! não à toa, a base do time está “sempre presente” no novo formato do Mundial de Clubes da FIFA.

fifa
 

mas a cena que mais chamou a atenção no jogo foi uma cena em que Gatuzzo, numa dividida de bola, levou a pior não por se machucar, mas por ficar de cueca em pleno jogo! que fase vive a atual campeã do mundo…

depois do amistoso entre Brasil e Itália e da atual situação do grupo B (no qual a Itália tem que vencer o Brasil pra poder se classificar pras semi-finais ou depender de uma combinação de resultados caso não vença), o jogo de domingo que vem promete bem mais que o esperado.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

nacional 0 x 0 palmeiras

Marcos lamenta eliminação do time do Palmeiras após fim de jogo no Uruguai

foi triste. triste acompanhar um time que não conseguia fazer gols. ainda mais contra um adversário que é, de fato, inferior. 

mas futebol se vence na bola. se vence nos 90 minutos. ou nos 180 das partidas de ida-e-volta da Copa Libertadores

e nesses 180 minutos, o Palmeiras tomou um gol em casa e não fez nenhum fora. resultado? a eliminação. para alguns, algo “já esperado”. para outros, como eu e São Marcos, uma grande decepção.

sinceramente, a culpa, dessa vez, não foi de Vanderlei Luxemburgo. nosso “mercenário treinador” escalou um time que ganhou de outro time forte candidato ao título brasileiro neste ano, o Cruzeiro. 

time esse que já vinha entrosado e vinha treinando muito focado, assim como nas partidas anteriores da competição. 

então não se pode responsabilizar uma única pessoa pelo que houve no Uruguai, mas o time como um todo (salvo algumas exceções, como Pierre e o nosso goleiro).



vamos aos fatos: Marcos foi praticamente expectador durante toda a partida, exceto no lance em que quase tomamos um gol no segundo tempo e em uma ou outra jogada “perigosa” do Nacional no nosso ponto fraco: a bola área (nos escanteios); o trio de zaga foi bem (Marcão foi o melhor, com direito a boas subidas pro ataque); Wendel foi razoavelmente bem e Armero, novamente, foi mal; Pierre foi um leão, mas é nítido que nosso cão-de-guarda é só cão-de-guarda; Cleiton Xavier buscou o jogo, mas não dava pra esperar que ele resolvesse de novo e de fora da área; Diego Souza não foi o Diego Souza que estamos vendo em 2009; Willians foi a correria de sempre (nos 15 primeiros minutos) e nada mais; Keirrison novamente deixou a desejar em uma partida decisiva… aí acreditar que Ortigoza, Souza e Obina iriam resolver (com direito a um gol imperdível que só Obina perde) é demais.

mas o que eu sinceramente não vou engolir é esse tipo de discurso que “isso já era esperado”. como assim, já era esperado? quer dizer então que esse time é um time perdedor? que nunca vai dar em nada? que tipo de visão e que tipo de torcedor é esse? torcedor que é torcedor do Palmeiras (inclusive aqueles que estão no meio jornalístico) jamais acredita/deveria acreditar numa atrocidade dessas.

como se futebol fosse tão previsível assim. e como se o antes sempre fosse melhor que o de agora…

por fim, o jeito é não sofrer muito tempo com a eliminação e já começar a pensar que o ano do Palmeiras se resume em “apenas mais um” campeonato: o Brasileirão. e esse é difícil, longo, complicado. 

onde os erros e perdas de pontos não são perdoados (vide o jogo contra o Barueri). trocar de técnico agora? acho que não é a questão. 

a questão agora é reerguer a cabeça e seguir em frente. pois, como diria a frase, “tem muito jogo pela frente”.

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domingo, 21 de janeiro de 2018

16 de junho de 1999

um dia histórico. um dia alviverde. e o dia em que me apaixonei de vez pelo Palmeiras.

desde pequeno, quando se tem um filho homem (dentro do que acontece geralmente na nossa cultura), logo surge uma das perguntas mais importantes para qualquer pai ou familiar torcedor de um determinado time: que time ele vai torcer? o mesmo que o pai? o mesmo que a maioria da família? ou vai escolher um por conta própria?

num primeiro momento, posso dizer que não fui educado a ver/assistir partidas de futebol. meu pai apenas seguia a tradição palmeirense da família italiana e do lado da minha mãe, ninguém gostava de futebol.

então eu acompanhava muitos jogos do São Paulo com meus primos, que torciam e tinham até camisetas do time (também devido ao fato de suas famílias possuírem melhor situação financeira).

mas com o tempo, meu avô, pai do meu pai e eterno palestrino (”nasceu junto com o time”, em um post que vocês podem ver clicando aqui), foi me mostrando alguns jogos, me emprestou uma de suas eternas camisetas brancas (ele preferia a segunda camisa, devido ao forte calor que faz em São José do Rio Preto durante todo o ano), me ensinando um pouco de futebol, me encantando com o carinho que tinha pelo time.

eu ainda era muito pequeno, mas me lembro bem dos títulos de 1993 e 1994 (ano que também ficou marcado na minha memória por causa da morte de Ayrton Senna) e do auge da Era Parmalat, a grande patrocinadora e “fábrica de ganhar dinheiro” (em cima) do Palmeiras.

mas nunca vou esquecer do ano de 1999. pois nunca vou esquecer da emoção que senti naquelas arquibancadas do Palestra Itália. coisa indescritível, mesmo.

que só quem ama alguma coisa ou alguém de verdade pode sentir. a campanha do time não parecia lá muito boa, mas o time tinha jogadores muito experientes, um goleiro que viria a se tornar Santo e um técnico que indiscutivelmente foi o melhor que já passou pelo time: Luiz Felipe Scolari.

dava gosto ver como o time jogava com raça, mesmo que a técnica ficava mais a cargo de um dos nossos eternos camisas 10, Alex.

mas nada resume, até hoje, o que foi aquela partida no Palestra Itália, com gente tentando invadir o estádio e gente em todos os cantos, contra o Deportivo Cali.

lembro que depois do pênalti de Zapata, ao ver Marcos correr, eu corri pelo único espaço que tinha e gritei com o pouco de voz que eu tinha: “é campeão!! é campeão!!”.

as lágrimas não paravam de sair dos olhos e todo mundo ali parecia que se conhecia há muito tempo: abraços pra cá, abraços pra lá, pulos e gritos de alegria, gritando os gritos das organizadas e festejando muito.

Lembro também que fiquei tanto tempo no estádio que as minhas costas doíam tanto (de ficar em pé, pois naquela noite ninguém ficou sentado) que eu mal consegui dormir naquela noite.

mas o maior motivo deu mal conseguir dormir naquela noite era a euforia por ter participado daquele jogo. e por ter me sentido como no título deste blog: o 12o jogador daquele time.

parabéns, Palmeiras, pelos 10 anos do primeiro título da Libertadores da América. serei eternamente grato por você fazer parte da minha vida (e também ao meu avô, aos meus tios e aos meus amigos palmeirenses, que sempre que podem se reúnem e vão comigo nos jogos).

e pra quem não viu ou quer rever aquele momento histórico, fiquem com um vídeo pra lá de especial!

fora Luxa

Torcida do Palmeiras cria site pedindo a saída do técnico Vanderlei Luxemburgo


Eliminação na Libertadores continua gerando protestos dos alviverdes, e treinador é o principal alvo… Nas paredes, no aeroporto e até na internet

GLOBOESPORTE.COM São Paulo

O portão do Palestra Itália pichado no início da madrugada desta quinta-feira, após a eliminação do Palmeiras nas quartas de final da Taça Libertadores, não foi a primeira manifestação contrária de torcedores à permanência de Vanderlei Luxemburgo no clube.

O técnico foi o alvo de aproximadamente 20 torcedores que estavam no Aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, onde a delegação desembarcou à tarde – a equipe enfrenta o Atlético-PR neste sábado, às 16h10m, na Arena da Baixada, pela sétima rodada do Brasileirão.

Além disso, já está na Grande Rede o site “Fora Luxa!” (www.foraluxa.com.br), que contém um formulário que, ao menos na teoria, serviria de abaixo-assinado para sensibilizar a diretoria a demitir o treinador.



A página na internet, cuja principal slogan é “A Sociedade Esportiva Palmeiras não precisa de você”, já tinha mais de 26 mil mensagens até o início da noite, mas não necessariamente contrárias ao treinador.

A rivalidade entre Palmeiras e os outros três grandes de São Paulo, principalmente o Corinthians, também dá o tom dos recados deixados no site. Os autores, anônimos, justificam o pedido de saída de Luxemburgo com seis argumentos até afirmarem que qualquer um pode assumir o seu lugar, desde que cobre raça do time.

a notícia acima foi veiculada hoje pelo portal da Globo, através de sua seção sobre esportes, o GloboEsporte. fui verificar e o site realmente existe.

muita gente criticando, muita gente apoiando e muito comentário nonsense.

eu também não sou dos mais fãs de Vanderlei Luxemburgo e não tenho uma visão muito boa sobre ele, mas três coisas fazem nosso treinador estar de cabeça tranquila:

- o time, querendo ou não, começou a ter base nesse ano. assim fica difícil ganhar as competições, mas já dá pra montar uma equipe boa e ir vendo as peças que precisam de reposição durante o ano.

diga-se de passagem, ainda não temos dois laterais decentes (apesar de Wendel ser MUITO melhor que o Armero), nossa zaga só começou a passar confiança de uns jogos pra cá, sofremos por não ter mais um camisa 10 de verdade e o nosso ataque ainda é muito ruim, mesmo com Keirrison;

- a diretoria-chefe do Palmeiras está “fechada” com o treinador. não só Cipullo ou Cecílio, mas o presidente Luiz Gonzaga Beluzzo até brigou com torcedores em Curitiba por causa dos protestos contra Luxemburgo;

- e, gostemos ou não, Luxemburgo tem um currículo vencedor. e na história mais recente do time, a exceção de ter abandonado o time na campanha que levou o Palmeiras ao rebaixamento, o treinador tem um bom histórico de títulos. e com Felipão trabalhando no Uzbequistão…

sendo assim, o que deve ser feito? antes de mais nada, e por mais difícil que seja jogar na Arena da Baixada, o Palmeiras tem que jogar futebol e ganhar do Atlético-PR.

afinal de contas, o ano ainda não terminou e o Brasileirão ainda está no começo.

os clubes esta a comprar roupas para revender direto da fabrica para os seus jogadores andarem bem vestidos e uniformizados, ainda estamos no começo do campeonato.